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16 maio 2008

Poema para uma lápide

Estava eu dormindo,
Nu, imerso em liquido amniótico.
Acordei de meu sono profundo.
Vim para este mundo.
Confuso, caótico, rápido e incompreensível.
Quando pensei passar a compreende-lo.
Já era a hora de dormir de novo.

Eternamente.


(Adaptação quase original de um poema que vi em uma estação do Metro-SP)

29 abril 2008

Poesia para São Paulo

São Paulo.
Minha terra querida.
A ti dediquei minha vida.
Para alguns você é turbulenta,
Para mim, você é lenta.
Em cada rua um boteco.
Quando chove em ti (pinga)...
Quando faz sol tambem (pinga)...
Voce nem sequer imaginas,
Como tens lindas meninas.
Em cada canto,
Sempre há um recanto.
A Ipiranga com a São João,
Mexe com o meu coração
Ao invez de dizer:-Mãos ao alto!!!
Enquadrando alguem num assalto,
Prefiro com minha Moto,
Arrancar grana de seu asfalto...
Aqui ninguem nunca para.
Aqui até Mendigo luta.
Em cada esquina sua.
Sempre haverá uma Puta.

by Chynna, o Motoqueiro.